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Farmácia Popular…. boa Lula!

31 jul

Passei esses dias por uma cirurgia, e logo após a alta do hospital vem sempre uma lista de remédios nos acompanhando.

No meu caso tem uma lista que consta, entre outros, dois tipos de antibióticos diferentes.

Com a receita fui conhecer a Farmácia Popular, projeto criado no governo Lula para atender TODOS os cidadãos brasileiros, independente de raça, cor, credo, renda….

Nas farmácias normais a cartela de um dos remédios com 10 comprimidos me custaria por volta de R$ 45, quase R$ 5 por comprimido, lembrando que só deste antibiótico eu vou tomar 20 comprimidos, o que me custaria a bagatela de R$ 100 (lembrando novamente, somente este, fora os outros).

Pois bem, na Farmácia Popular comprei a mesma cartela com 10 comprimidos pagando R$ 3,90 (ou seja, 39 centavos por comprimido), economia de mais de R$ 90.

O projeto indica que 90% do preço do medicamente seja subsidiado pelo governo federal, fazendo jus a grande quantidade de impostos que pagamos.

A lista de medicamentos atende problemas crônicos como hipertensão, diabetes entre outros, perfazendo mais de 100 ítens, grande parte deles de alto custo.

Este serviço pode ser utilizado por qualquer brasileiro, bastando para isso ir até a farmácia com a receita médica!

Enfim, deveríamos ter médicos, escolas e outros serviços desta natureza, respeitando e devolvendo o que pagamos com impostos!!

Uma ressalva, a Farmácia Popular de Ribeirão Preto fica no terminal rodoviário, acredito eu que seja um local privilegiado porque por ali passam muitas pessoas durante o dia, porém o acesso e estacionamento para quem não frequenta constantemente o local é muito ruim, uma cidade como Ribeirão merece outras unidades!!

Parabéns ao governo Lula que efetivou a Farmácia Popular!!

Se você não conhece, caso precise, conheça!!

Brasil precisará de 178 mil bibliotecários até 2020

6 abr

Atualmente, país só tem 21,6 mil formados em Biblioteconomia. Por lei, é preciso ter diploma para trabalhar na área.

Além de ter de construir 25 bibliotecas por dia, o Brasil terá de, pelo menos, formar oito vezes mais bibliotecários até 2020. Lei aprovada no fim de maio determina que toda escola precisará de um acervo administrado por especialista.

Segundo o movimento Todos pela Educação, hoje existem 21,6 mil profissionais habilitados e 200 mil escolas de educação básica. Uma conta simples mostra um abismo de, pelo menos, 178,4 mil bibliotecários.

Mas o número pode ser muito maior: poderá ser necessário haver mais de um bibliotecário por escola, e nem todo bibliotecário já habilitado trabalha em escolas.

“Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada num prazo máximo de dez anos, respeitada a profissão de Bibliotecário”, diz a lei aprovada por Lula.

Duas leis federais determinam que só formados em Biblioteconomia podem trabalhar como bibliotecários. Os cursos de Biblitoeconomia duram, em geral, 4 anos e são oferecidos pelas grandes universidades públicas do país.

 

Fonte: Guia do Estudante

Mais um apagão!!!

12 nov

Vinte e Quatro horas após o apagão que tomou conta de mais da metade dos estados brasileiros, ainda estamos sem um resultado oficial do que pode ter gerado o problema.

Claro, não podemos considerar que um mau tempo possa ter feito tanto estrago, aliás considero essa resposta como mais desastrosa do que realmente apontar um problema técnico.
Que não haja tornados por aqui, porque isso deve apagar 100% do território brasileiro!!

Se não bastasse o alto valor pago pelas contas de luz, vivemos a sombra de uma triste realidade, “quando será o próximo”.

Depois do ultimo apagão em 1999 e do conjunto de campanhas para reduzir o consumo de energia não é possível que continuemos a mercê de uma estrutura falida de abastecimento de energia elétrica.

Será que 10 anos não foram o suficiente para planejar, reestrutura, organizar e garantir que problemas assim não acontecessem mais.

O mundo gira movido por energia elétrica. Em nossas casas tudo é movido a energia elétrica, e cada vez mais será assim dado o mundo tecnológico em que vivemos.

Já olhou para sua conta luz? Verifique quanto pagava a 10 anos atrás e quanto era pago pela distribuição.

Ja imaginaram uma abertura de Olimpíadas as escuras????? Todo mundo com isqueiros e velinhas na mão, seria um belo efeito luminoso!!!

Bom, no meio de tanta coisa errada pelo menos desta vez uma boa notícia, na quarta de manhã o Lula “JA SABIA” que tinha havido o blackout no dia anterior, porque ele nunca sabe de nada!!!

MEC confirma cancelamento das provas do Enem

1 out

O Ministério da Educação cancelou na madrugada desta quinta-feira a realização do Exame Nacional do Ensino Médio, que seria aplicado neste final de semana para mais de 4 milhões de pessoas em todo o País. O cancelamento teria ocorrido em virtude do vazamento da prova.
As provas seriam aplicadas nos dias 3 e 4 de outubro em 113.857 salas de 10.385 escolas do País. O ministro da Educação, Fernando Haddad, deve conceder entrevista na manhã desta quinta-feira para falar sobre a decisão.

De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, por telefone, um homem procurou o jornal na tarde dessa quarta-feira e disse que tinha duas das provas que seriam aplicadas no sábado. Em troca da informação, teria cobrado R$ 500 mil. A decisão teria sido tomada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após tomar conhecimento do vazamento.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Reynaldo Fernandes, disse ao jornal que “há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance”.

Haddad disse ao jornal que não teve acesso ao material da prova e confirmou o vazamento após consultar técnicos do Inep, com base em informações que teriam sido passadas pelo jornal ao ministro.

Fonte: Terra

País entra na “guerra fiscal” mundial por semicondutores

30 set

A indústria de componentes eletrônicos está a um passo de renascer no país. Um pacote de incentivos fiscais, financiamentos a juros módicos e oferta de participação pública em investimentos fabris foi anunciado pelo Brasil para todo o mundo e parece que começa a funcionar. O BNDES negocia a instalação de cinco fábricas de semicondutores e displays no país, um grupo que pode trazer para cá até US$ 1 bilhão em investimento direto, algo que se configura como o ressurgimento de um setor industrial atropelado pelos asiáticos. O pacote inclui até isenção de Imposto de Renda para as indústrias de semicondutores e displays.

A negociação está entregue a uma equipe de negociadores do BNDES. A meta é viabilizar a instalação de elos da cadeia de semicondutores e remontar uma rede de fornecedores para o atendimento dos mercados brasileiro e mundial, com ênfase na América Latina. A iniciativa pode recolocar o país no mapa dessa indústria que fatura US$ 200 bilhões anuais.

Além da estratégia de dar mais independência ao parque industrial brasileiro no acesso a dispositivos só disponíveis no mercado internacional, a instalação dessas empresas pode ajudar a reduzir o deficit comercial do país, uma conta que fica ano após ano mais salgada. O Brasil já tem um mercado anual de 15 milhões de computadores, mais de 40 milhões de celulares e 12 milhões de televisores. E os componentes essenciais são, em sua maioria, importados.

Em 2008, o deficit da balança comercial do complexo eletroeletrônico foi de US$ 15 bilhões, sendo US$ 4 bilhões só com a compra de semicondutores (visores ou displays e chips). Esta é uma conta que só cresce. Basta olhar o que ocorre com os displays. Em 2012, o Brasil será o terceiro maior consumidor de displays, atrás de China e EUA. Se não atrair nenhuma indústria, será um contumaz importador.

Segundo Maurício Neves, chefe do departamento de indústria eletrônica do BNDES, além das cinco propostas firmes já dentro do banco, há ao menos cinco conversas em andamento, resultado da publicidade que o Itamaraty fez dos incentivos concedidos a quem quiser incluir o Brasil no mapa da indústria microeletrônica. O banco tem mandato do governo para fechar acordos, o que inclui a participação do BNDESPar no negócio.

Fonte: Folha de São Paulo (27/09/2009) e Portal Investe São Paulo

Vai parar a roubalheira – BC proíbe bancos de cobrar tarifa de renovação cadastral.

13 set

BRASÍLIA – O Banco Central divulgou hoje a Circular 3.467 com alteração nas regras para a cobrança de tarifas bancárias. Pela medida, passará a ser vedada a cobrança de tarifa de renovação cadastral nos bancos. Esse tema era motivo frequente de reclamações e questionamentos por parte dos clientes.

Em nota, a autoridade monetária também afirma que a circular “elimina a falta de uniformidade dos procedimentos adotados na prestação do serviço de renovação cadastral”. A cobrança de tarifa pelo serviço de confecção de cadastro para início de relacionamento permanece.

Para evitar distorções nessa tarifa, o BC afirma que só podem ser cobradas “a realização de pesquisa em serviços de proteção ao crédito, base de dados e informações cadastrais, e tratamento de dados e informações necessários ao início de relacionamento de conta corrente de depósitos, conta de depósitos de poupança e operações de crédito e de arrendamento mercantil”.

A medida do BC também altera alguns aspectos na prestação dos chamados “serviços prioritários”. A descrição dada pelo BC aos bancos dos serviços “Exclusão do Cadastro de Emitentes de Cheque sem Fundos (CCF)”, “Fornecimento de folhas de cheques” e “Fornecimento de extrato de um período de conta de depósitos à vista e de poupança” foi aperfeiçoada de forma a tornar mais clara a explicação do serviço prestado. As tabelas com as mudanças aprovadas deverão ser divulgadas pelas instituições financeiras até o próximo dia 14 de outubro.

Fonte: Estadão

Capes lança aplicativo gráfico para consulta de dados

3 ago

Parabéns CAPES!

A partir desta sexta-feira, 31/07, todos os dados relativos à pós-graduação stricto sensu e à formação de professores para a educação básica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) estão reunidos em um único dispositivo, GeoCapes.

O Geocapes é um aplicativo gráfico, que exibe num cartograma informações quantitativas da Capes com precisão geográfica. Por meio do sistema, é possível acessar informações de nove bases de dados.

Apresentados nos modos geográfico e de planilha estão acessíveis os números de bolsas de mestrado e doutorado no país e bolsistas no exterior, bem como a quantidade de programas, de professores e alunos.

Fonte: Capes

Finep reduz taxas de financiamento a projetos de inovação

8 jul

As taxas praticadas pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) nos financiamentos à inovação serão reduzidas. A medida é fruto do pacote de estímulos econômicos anunciado pelo Governo federal, que baixou em 0,25% a taxa de juro de longo prazo (TJLP) como mais uma medida de combate à crise. A mudança vai se refletir diretamente no Inova Brasil, programa de apoio ao desenvolvimento de projetos inovadores em empresas brasileiras.

De acordo com o presidente da Finep, Luis Fernandes, o percentual da TJLP, que passou de 6,25% para 6%, está sendo repassado integralmente. Criado em 2008 para dar suporte à Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do Governo Federal, o Inova Brasil opera com taxas fixas e equalizadas, agora entre 4% e 8% ao ano. A medida, no entanto, só será válida para os novos contratos.

Fonte: Computerworld

Propriedade Intelectual

3 jun

RN-013/2008, Revoga a RN-014/98

O Presidente do CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO – CNPq, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto aprovado pelo Decreto nº 4.728, de 09/06/2003, e em conformidade com a Lei nº 10.973, de 2/12/2004, o Decreto nº 5.563, de 11/10/2005, e a Lei nº 9.279, de 14/05/96,

Resolve

Regulamentar a atribuição de direitos sobre criações intelectuais originadas a partir dos instrumentos de fomento – auxílios e bolsas – disponibilizados pelo CNPq, e a participação nos ganhos econômicos decorrentes da exploração de patente ou direito de proteção, conferidos a estas criações.

1. As disposições desta Resolução Normativa aplicam-se, no que couber, às relações entre o CNPq e as instituições executoras de projetos e demais parceiros, que abrigarem bolsistas ou pesquisadores beneficiados pelos instrumentos de fomento deste Conselho.

2. Caberá às instituições executoras de projetos e demais parceiros, conforme suas normativas internas e observância da legislação federal, definir a titularidade ou co-titularidade sobre criações intelectuais decorrentes de resultados de projetos de pesquisa e bolsas financiadas, integral ou parcialmente, pelo CNPq, bem como os procedimentos administrativos referentes ao depósito ou registro de pedido de proteção intelectual e os encargos periódicos de manutenção dos mesmos.

2.1 – Compreende-se entre as criações intelectuais passíveis de proteção as descobertas, invenções, aperfeiçoamentos, modelos de utilidade, desenhos industriais, programas de computador, novas variedades vegetais e qualquer outra forma de criação que possa ser protegida.

3. Ao CNPq caberá, na condição de agência de fomento, uma participação nos ganhos econômicos resultantes da exploração comercial das criações protegidas, obtidas por meio de bolsas e auxílios concedidos por este Conselho.

3.1 – Correspondem a ganhos econômicos os royalties, remunerações e quaisquer benefícios financeiros resultantes, seja de exploração direta da criação protegida, seja de licença para exploração por terceiros.

3.2 – As instituições executoras de projetos estarão obrigadas a comunicar, oficialmente, ao CNPq o depósito ou registro de pedido de proteção intelectual e a celebrar contrato com o CNPq para definir sua participação nos ganhos econômicos referidos no subitem 3.1, quando do repasse ou licenciamento da criação, prevendo-se para tanto um percentual máximo de 3% (três por cento).

4. O CNPq cederá a titularidade das patentes de que é titular, concedidas ou em tramitação, no Brasil e no exterior, às instituições executoras de projetos nas quais as patentes foram desenvolvidas, observando-se o disposto no item 3.

4.1 – Quando não houver interesse por parte das instituições em assumir a titularidade da patente, o CNPq cederá seus direitos aos inventores, observando-se o disposto no item 3. Quando não houver interesse dos inventores, o pedido de patente será cancelado.

5. Compete ao Serviço de Suporte à Propriedade Intelectual adotar as medidas cabíveis, no âmbito do CNPq, bem como externamente, para promover o cumprimento desta norma.

6. Os casos omissos ou excepcionais serão resolvidos pela Diretoria Executiva do CNPq.

7. Esta Resolução Normativa entra em vigor a partir da data de sua publicação.

Brasília, 21 de maio de 2008
Marco Antonio Zago

Publicado no D.O.U de 27/05/2008, Seção: 1 Página: 5.
fonte: http://www.cnpq.br/normas/rn_08_013.htm

Projeto de Lei 1120/2007: Registro e Disseminação da produção científica brasileira

24 set

Assine a petição online: já são mais de 1000 assinaturas!!

To: Comunidade Científica Brasileira
O Deputado Rodrigo Rollemberg protocolou, no último dia 23 de maio de 2007, o projeto de lei, PL 1120/2007. Este PL trata do processo de disseminação da produção técnico-científica do Brasil e dá outras providências.

Trata-se de uma iniciativa pioneira no país e, por que não dizer na América Latina. O Brasil é o primeiro país na América Latina a estabelecer um marco legal com o propósito de registrar e disseminar a produção técnico-científica brasileira. Esse PL representa um passo decisivo e corajoso em direção ao acesso livre à informação científica no país. Se aprovado, este projeto de lei deverá contribuir para derrubar as barreiras do acesso à informação científica. Em outras palavras, esse PL além de proporcionar uma boa economia ao país, ele permitirá maior transparência aos investimentos em desenolvimento da pesquisa científica nacional, assim como a geração de indicadores para subsidiar o planejamento da ciência e a tecnologia.

O PL propõe em seu artigo primeiro que todas as instituições de ensino superior, de caráter público, assim como as unidades de pesquisa, fiquem obrigadas a construir os seus repositórios institucionais, nos quais deverão ser depositadas toda a produção técnico-científica de seus corpos docente, discente e de pesquisadores. Esse artigo estabelece ainda que esse conteúdo deverá ser disseminado via a rede mundial de computadores, Internet, de forma livre.

Com o propósito de disciplinar e regulamentar todas as ações que devem ser tomadas com o objetivo de consolidar o acesso livre à informação científica, o artigo segundo estabelece a criação de um Comitê de Alto Nível a ser coordenado pelo Ibict. Esse Comitê terá a incumbência de discutir e estabelecer uma Política Nacional de Acesso Livre à Informação Científica.

Cabe a todos nós, atores da comunidade científica, o papel de continuar a sensibilizar, esclarecer e promover o acesso livre no país. Vamos todos lutar para a aprovação, pelo Congresso Nacional, do projeto de Lei nº 1120/2007.

Dessa forma, solicitamos a todos o apoio a esse PL, subscrevendo esta pertição.

Fonte: http://www.petitiononline.com/PL1120/petition.html

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