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Itautec desativa unidade de computação.

Ainda temos um note Itautec em casa e  fui surpreendido hoje com a notícia de que a Itautec está encerrando as atividade ligadas a fabricação na área de computação.

Segue algumas fotos do modelo N8320 .. que ainda resolve muita coisa!

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Veja a notícia na integra.

Itautec anuncia reposicionamento estratégico no mercado de TI

15/5/2013

A Itautec, companhia fornecedora de soluções de automações bancária e comercial, microcomputadores e de serviços associados, anuncia hoje importante redirecionamento estratégico em sua atuação no mercado.

Nas áreas de automações e serviços tecnológicos, a Itautec formalizou parceria estratégica com a OKI, uma das empresas líderes no segmento de manufatura de equipamentos de telecomunicações e tecnologia de informação no Japão, com atuação mundial, através da qual estabelecerá nova companhia de automação e serviços no Brasil. O anúncio está sendo feito hoje, em evento na cidade de Tóquio, Japão.

A parceria anunciada tem como objetivo alcançar maior participação no mercado de automações e serviços de TI, através da combinação das tecnologias de ponta da OKI em automação, como ATMs recicladoras de cédulas, com a carteira de clientes, tecnologia e extensa rede de serviços da Itautec, a maior do Brasil e que atende mais de 3.700 cidades.

Pelo acordo assinado hoje, as unidades de Automação e Serviços da Itautec irão compor nova empresa, que receberá aporte de modernas tecnologias da OKI para expansão destes negócios. OKI e Itautec terão participação de 70% e 30% da nova companhia, respectivamente. A concretização da operação, prevista para dezembro de 2013, depende da aprovação dos órgãos reguladores e do cumprimento de determinadas condições previstas no acordo.

As unidades de Automação e Serviços da Itautec desenvolvem soluções para o setor bancário e para o comércio varejista, além de prestar serviços como manutenção de equipamentos e de computadores, inclusive garantias, atividades essas que serão mantidas na nova empresa.

A unidade de computação da Itautec será paulatinamente desativada sem qualquer prejuízo ao cumprimento integral de todos os contratos e obrigações de fornecimento, manutenção e garantia dos equipamentos da marca Itautec/InfoWay, bem como o atendimento ao consumidor e os serviços associados a essa manutenção.

A Itautec está satisfeita com a parceria com a OKI, que possibilitará acessar novos mercados e tecnologias, agregando valor para a empresa e melhoria de serviços aos clientes.

 Fonte: Itautec

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Veja as linguagens de programação que estão em evidência no mercado de TI – Segundo Twago

Saiba quais são as plataforma de maior demanda, mapeadas pela rede social de buscas de oportunidades de trabalho Twago.

A rede social de buscas de oportunidades de trabalho Twago mapeou como anda o mercado de trabalho de programação, design gráfico, pesquisa e desenvolvimento e áreas correlatas.

Segundo o mapeamento:

A demanda por profissionais desses segmentos cresceu 32% em junho de 2010 em comparação ao mesmo mês de 2009. Efeito de recuperação pós-crise, dizem os analistas da Twago.

A dupla clássica PHP e MySQL é uma das mais mencionadas, mas a conversão (contratação efetuada) dessa procura ainda não atingiu seu ápice.

HTML é absolutamente essencial. O conhecimento dessa linguagem deve ser pressuposto no currículo de todo programador. Afinal de contas, o código PHP tem de ser alocado em algum lugar.

JavaScript ganha importância. Resultado do advento e adoção em massa do AJAX.

Java é outra plataforma indispensável. Um dos meios que mais consome produtos escritos nessa plataforma é o Android, sistema operacional da Google para dispositivos móveis. O mercado de aplicativos Android, aliás, já está desenvolvido o suficiente para oferecer a quem se especializa nele um modo digno de sobreviver.

O profissional que domine a plataforma de gestão de conteúdo Joomla, um CMS menos complicado e menos robusto que seus parentes como o Typo3, também tem sido bastante procurado. A explicação para esse crescimento é simples. Várias empresas de pequeno e de médio porte encontram no Joomla um CMS para edição de seus websites capaz de suprir suas necessidades. A procura por especialistas em Joomla está próxima de superar a busca por profissionais de WordPress, plataforma amplamente usada por blogueiros.

O XHTML também encontrou significado no mercado de trabalho e passa integrar o ranking das linguagens mais procuradas.

O C também mantém seu lugar intocado na lista de linguagens essenciais no CV de qualquer desenvolvedor.
Outros índices

A relação apresentada pela Twago é interessante e deve ser consumida com reserva e moderação. Essas não são as únicas linguagens que existem. Também há outros indicadores, como o Tiobe, que mede a popularidade de linguagens de programação em empresas como a Google, no grupo do MSN e na Yahoo!

No índice Tiobe, as linguagens Java, C e C++ seguem invictas como campeãs de demanda no mercado de trabalho de desenvolvedores. No vácuo dessas plataformas vêm o PHP e, a passos lentos, o C#. o crescimento acelerado no Tiobe é de linguagens orientadas a Objective C, usada para escrever aplicativos para o iPhone.

Fonte: IDG Now

Cinco tendências para observar em 2011

Lista é baseada nos planos de investimento das companhias no próximo ano

 

As listas de tendências em TI surgem às cascatas quando o final de ano se aproxima e é comum que muitas sejam super valorizadas e acabem esquecidas. Por outro lado, outras que passam despercebidas, em um primeiro momento, acabam roubando a cena e realmente transformam o mercado.

Na verdade, elaborar as listas é um desafio, pois muitos movimentos de mercado são imprevisíveis. Mas um dos critérios mais precisos é acompanhar para onde o dinheiro está indo. Com isso em mente, elaboramos uma lista com as cinco tecnologias ou conceito que podem decolar em 2011.

1 – A recessão mundial é transformadora.
Desde o final de 2008, muitas companhias que encararam a desaceleração no crescimento compensaram a produtividade com profundos cortes de orçamento. Em muitos casos, o total que deixou de ser gasto ficou reservado, aguardando o momento certo para ser colocado a disposição novamente. Como querem voltar a crescer, a tendência é a de que invistam em novas tecnologias, com potencial para gerar lucratividade. Por outro lado, a adição de recursos complementares aos que já existem deve ser adiada, uma vez que os principais líderes de TI estão preocupados planejando como atender as demandas mais urgentes da área de negócios, buscando prazos mais curtos para isso.

2 – Tecnologias que cortam custos permanecem em destaque.
Dada a recessão, não é surpresa que a virtualização, elemento mais óbvio para o corte de custos, está ainda mais em destaque agora. Um ano atrás, o Gartner a colocou no topo das principais tecnologias para 2010, baseada em pesquisa com CIOs. Pelos nossos critérios, elas continuam no topo, seguida da computação em nuvem, software como serviço (SaaS) e aplicações de análises de negócios.

3 – Mobilidade explode
Todos podem ver que a mobilidade é uma das bolas da vez no mercado de tecnologia, mas os fornecedores estão realmente focados em gerenciamento, suporte, segurança e outros desafios que vêm com a computação móvel? Um grande percentual de profissionais está levando ao ambiente de trabalho dispositivos de armazenamento rápido e colocando documentos e e-mails sensíveis neles. E os tablets estão chegando com força cada vez maior. Mais de 30 deles foram anunciados ou entregues em 2010 e são baratos o suficiente para que muitos os comprem.

4 – Software está mudando rápido
Pegue o fenômeno da nuvem pública, pense em aplicações de larga escala baseadas em mobilidade web e você verá o começo de uma tendência que pode transformar a forma como trabalhamos. Quando você conecta dados significativos da corporação aos tablets por meio do seu data center, seja em nuvem pública ou privada, você tem tecnologia transformadora. Finalmente o mundo da TI consegue desacorrentar os trabalhadores de suas estações de trabalho, de forma que eles mantenham contato completo em qualquer lugar que estejam. Os dias dos aplicativos corporativos monolíticos, inflexíveis, baseados em redes LAN e proprietário estão chegando ao fim.

5 – Empresa 2.0 seguirá seu caminho
Informação no modelo crowdsourcing, que é o real valor da Web 2.0 para as corporações, é uma ferramenta poderosa. É uma forma simples de ajudar a companhia a iniciar qualquer novo conceito. O uso dessa informação modela ideias, fornece visões valiosas e está no caminho para se tornar mais presente. Isso não significa que as ferramentas atuais de Web 2.0 vão acompanhar o movimento. Pelo contrário. As empresas estão vendo esse ponto como estratégia de negócios e não de tecnologia.

Fonte: Computerworld

 

Oracle anuncia 11g para o mercado brasileiro

A Oracle acaba de anunciar, em evento que ocorreu em São Paulo esta manhã, a versão 11g de seu banco de dados. O programa chega para substituir a versão 10g, lançada pela empresa em janeiro de 2004.

De acordo com a companhia, já foram treinadas 16 mil pessoas que trabalham nos ISVs (parceiros) na América Latina e tem mais 12 mil em testes. Embora não divulgue valores de crescimento por segmento de produto, a companhia teve um aumento nas vendas de licenças em 25% neste trimestre (o primeiro de 2008), em relação ao mesmo período do ano anterior; e 26% de aumento em receita no mesmo período.

Entre as novas funcionalidades do sistema, carro-chefe da companhia, estão a melhor gestão de crescimento de dados, capacidade de armazenamento de arquivos tipos XML, melhorias na compressão de dados, e novos recursos em ILM (Information Lifecycle Management).

“O mercado brasileiro é muito sensível a aquisições de novo hardware, e uma das vantagens do produto é que não é necessária a compra de novos equipamentos. Há uma grande aposta na melhoria do gerenciamento”, explica Adriano Chemin, vice-presidente de vendas indiretas da Oracle no Brasil.

Fonte: Computerworld, 25/09/2007

Mestres e doutores fazem a diferença hoje no mercado

Quem diria: com a popularização dos cursos, portar um certificado de MBA já não é suficiente para se garantir no mercado. O mestrado e o doutorado ganham destaques, com nível mais alto de qualificação.

Nos EUA e em diversas partes do mundo, o MBA (Master in Business Administration) tem um grau equivalente ao de mestre, como o próprio nome diz (master). “No Brasil, o mestrado tradicional é mais voltado para quem deseja se aprofundar num tema e seguir a carreira de pesquisador. A formação é mais acadêmica. Na outra ponta, existem as especializações e o MBA, que são cursos mais pragmáticos, voltados para o mercado.

Um meio termo é o mestrado profissional, que une esse aprofundamento acadêmico do mestrado tradicional com o lado pragmático do MBA e das especializações”, comenta Fábio de Biazzi, da Ibmec São Paulo.

Faltam doutores

Em meados de abril, durante o 3º Fórum Brafitec, que reuniu pesquisadores brasileiros e franceses em Fortaleza (CE), Jorge Guimarães, presidente da Capes, comentou em sua palestra que em 2005 o Brasil formou 1.114 doutores em Engenharia. Naquele ano, o País somava 8.989 doutores nesta área. Nos próximos quatro anos, o Brasil terá de quadruplicar o número de doutores na área se quiser melhorar o desempenho industrial e empresarial. “O número de doutores em Engenharia é insuficiente para atender a demanda. O que formamos mal substitui as aposentadorias dos núcleos de pesquisa das universidades”, afirmou Guimarães.

Segundo ele, os engenheiros contribuem diretamente no desenvolvimento de processos, produtos e geração de novas empresas: “Há enorme demanda de pessoal qualificado nas áreas de energia, petróleo, gás, minas e metalurgia, automação industrial, bens de capital e outras. Essa demanda é manifestada junto a Capes por diversas empresas, como Petrobras, Companhia Vale do Rio Doce, Itaipu Binacional e muitas outras”. O País possui 4.894 docentes em engenharia; são 139 cursos de doutorado, dos quais 98% em instituições públicas. Isso mostra que o doutorado também é um bom caminho a ser trilhado, pois faltam profissionais titulados no mercado.

Notícia completa pode ser encontrada no site da Univem.

Fonte Original: Diário do Comercio – SP

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