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Empresas descobrem os benefícios das redes sociais

O mix de tecnologia e marketing é uma combinação explosiva, que desperta a atenção das corporações.

O avanço das redes sociais em atividades como colaboração, troca de informações e fonte de pesquisas esgueirou-se com facilidade no seio das empresas e sua aceitação rápida e estrondosa pegou todos de surpresa. No início, eram consideradas fontes de dispersão, principalmente para funcionários mais jovens. Mas elas ganharam características profissionais e impactaram o mundo corporativo. Os casos de sucesso provam que não é mais possível ignorar as redes sociais.

Algumas companhias ingressaram nesse mundo com ações direcionadas ao atendimento a clientes via Facebook e Twitter. Não demorou para perceberem que as discussões geradas nessas redes sobre a empresa poderiam ser usadas de forma estratégica, inclusive para a criação de novos serviços e mapeamento mais eficiente do mercado.

O consultor sênior da TGT Consult, Waldir Arevolo, afirma que esse uso convergente da mídia está se mostrando a melhor prática do mercado.  Segundo ele, usar as inovações das redes e se aproveitar da coletividade para gerar boas experiências “é uma forma de manter a marca sempre em evidência, aprimorar os serviços e impactar os negócios”.

Outro elemento importante que as redes sociais trouxeram foi uma forma mais eficiente e rápida de avaliar a imagem perante clientes, assim como resultados de campanhas de marketing. De acordo com o analista da consultoria IDC, e professor de pós-graduação da PUC-SP, Alexandre Campos, antes as empresas só conseguiam identificar certas tendências relacionadas à sua marca ou a serviços por meio de extensas pesquisas de mercado.

“Hoje, o retorno é imediato e o aumento do acesso às redes só vai reforçar isso, principalmente no Brasil”, diz, acrescentando que vale destacar a chegada do Facebook no Brasil como indicativo da importância de tendências como marketing digital e negócios na web 2.0.

As redes também contradizem a ideia de que um alcance abrangente só era viável para grandes empresas, com altas quantias para investir. A opinião de especialistas é que elas trouxeram outro nível de competitividade, reforçando a crença de que entrar nelas, com planejamento, é uma atividade fundamental atualmente.

Seguindo as tendências das redes sociais, a Bolsa de Mercadorias e Futuros Bovespa (BM&F Bovespa) começou a estudar, em 2009, qual seria a estratégia ideal para tirar proveito delas com a meta de popularizar o mercado de ações, que até alguns anos tinha um público muito restrito. A primeira etapa foi escolher as que tinham mais a ver com a proposta, o que resultou na escolha do Twitter, Facebook, Yahoo Respostas e Orkut.

O Twitter, pela característica de fonte de informações rápidas, passou a ser utilizado para divulgar cursos gratuitos, inscrições, números da bolsa, entre outros. O Yahoo Respostas para responder questões de usuários da rede sobre os temas que dizem respeito à Bovespa. E Orkut e Facebook como comunidades: participantes entram, tiram dúvidas, criticam e dão orientações para nortear a estratégia da Bovespa.

A empresa ainda não tem métricas bem definidas dos resultados, mas já notou grande retorno em seguidores, que formam um público diferente dos que apenas visitavam o site. “Trata-se de um grupo que interage mais e que gera informações importantes. Essa experiência já apoia voos maiores da Bovespa nas redes sociais”, avalia a gerente de Internet da BM&F Bovespa, Renata Martins.

A experiência foi turbinada com o lançamento de um aplicativo que simula a participação no mercado de ações e é uma competição, em que os participantes compartilham resultados e conseguem comparar o desempenho com outros amigos. “O planejamento para 2011 é manter esse trabalho e aumentar a abrangência de atuação nas redes, aproveitando as tendências e oportunidades”, diz Renata.

A operadora Porto Seguro também possui atuação intensa nas redes sociais, mas iniciou estratégia um pouco antes, em 2007, quando a área virou uma gerência específica diretamente ligada à vice-presidência executiva da organização. O primeiro trabalho foi de monitoramento das redes sociais, para o qual contratou uma empresa especializada.

“Terceirizar foi importante para começar, não tínhamos tanto conhecimento e precisávamos diagnosticar as redes sociais. Nos surpreendemos com alguns dados que indicavam como as pessoas se relacionavam com a marca, entre outras informações. A partir daí, traçamos estratégias”, relata o gerente de Canais Eletrônicos da Porto Seguro, Rafael Caetano.

O foco inicial era ser forte em atendimento, integrando o processo com o serviço de atendimento ao cliente (SAC) da empresa, cujas solicitações acontecem mais via Twitter. Depois, realizamos ações no Facebook, Orkut, LinkedIn, Twitter e Youtube, inclusive via compartilhamento de vídeos e fotos relativos a atividades da companhia.

Em relação à tecnologia, a empresa usa algumas das principais ferramentas do mercado para monitorar, o que apoia a equipe interna. Hoje, a Porto não contrata mais profissionais para esse fim, a menos que precise de um esforço pontual maior, em campanhas específicas.

Para Caetano, a integração das redes sociais com outras mídias também traz muitos frutos. Foi o que aconteceu na campanha do Trânsito Mais Gentil, que pregava tolerância no trânsito e tinha como um dos objetivos reduzir o número de sinistros, que impactam diretamente no negócio da organização.

“A campanha foi disseminada por meio dessa integração e tornou-se um dos nossos casos de sucesso.” Para o futuro, o gerente de Canais Eletrônicos da Porto Seguro relata a busca por compreender como as pessoas interagem e se comportam nas redes para ajudar os corretores de seguros a estreitarem relacionamento com os clientes por meio desses canais.

“É importante que o grupo de corretores consiga entender e diagnosticar necessidades dos clientes pelas redes que não seriam identificadas de outras formas. A Web 2.0 tem esse poder”, afirma.

Tecnologias
O empenho de algumas companhias em atrelar as redes sociais às suas tecnologias núcleo comprova a demanda do mercado. É o caso da Oracle, que trabalha com o conceito de mídia social no seu middleware. Segundo o consultor sênior de Vendas da Oracle do Brasil, Dênis Abrantes, a ideia é levar todo o conceito das redes sociais para dentro das aplicações, tanto para uso interno quanto para aplicações externas.

O principal discurso da empresa é o da produtividade: com informações disponíveis em tempo real, graças às características colaborativas, o tempo dos processos e das atividades é reduzido sensivelmente. “A intenção é colocar à disposição das companhias todos os recursos das redes em camadas especializadas de software, para que elas sejam aplicadas da melhor maneira para cada organização”, diz Abrantes.

A SAP, também seguindo a mesma trilha, quer aprimorar soluções de busca inteligentes e análise de conteúdo gerado pelas redes. São ferramentas de monitoramento independentes do ERP, que permitem aos usuários observar seu próprio contexto e o dos concorrentes na mídia social para embasar as tomadas de decisão.

A organização também se dedica a soluções para integrar as redes sociais como mais um canal de atendimento na estrutura de SAC das companhias, integrada também às ferramentas analíticas. “A estratégia é oferecer soluções que possibilitem aos usuários uma postura proativa em toda a rede social, além de avaliar tendências”, diz o arquiteto de soluções SAP, Diego Anunciato.

Fonte: Computerworld

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Crescimento faz Twitter trocar o MySQL pelo Cassandra

Ryan King, engenheiro do Twitter, contou hoje ao blog MyNoSQL que a empresa de redes sociais planeja trocar o MySQL pelo banco de dados Cassandra, por causa de sua resiliência, escalabilidade e grande comunidade de desenvolvedores de código aberto.

“Nós temos um bocado de dados, o fator de crescimento desses dados é enorme e a taxa de cresciemento está acelerando”, disse King, em uma entrevista publicada no blog.

O Twitter usa atualmente um cluster de servidores MySQL com um sistema de cache em memória que “está rapidamente se tornando proibitivo para operar. Precisamos de um sistema que possa crescer de forma mais automática e que tenha alta disponibilidade”, disse King ao MyNoSQL.

O número de tweets diários cresceu mais que 20 vezes em comparação com o ano passado, de cerca de 2 milhões por dia em janeiro de 2009 para cerca de 50 milhões por dia em janeiro de 2010.

Este crescimento tem causado dor, e alguns usuários devotados reclamam bastante quando o Twitter cai e a figura da baleia aparece na tela.

Downtime reduzido
Apesar desses incidentes, o twitter tem melhorado seu tempo de atividade nos últimos 12 meses. O site esteve no ar por 99,72% do tempo (um downtime de 23 horas e 45 minutos), de acordo com a empresa de monitoramento Pingdom. Em 2008, de acordo com a Pingdom, o Twitter esteve fora do ar por 84 horas, a pior marca em 15 sites de redes sociais.

O Twitter espera que a implantação do banco de dados Cassandra, da Apache Software Foundation, melhore ainda mais essa marca.

Desenvolvido inicialmente pelo Facebook para ampliar sua instalação de MySQL, o Cassandra é um repositório de dados leve feito em Java, que dispensa a sobrecarga de recursos dos bancos de dados relacionais convencionais. A tecnologia é similar àquela oferecida por outros bancos de dados NoSQL emergentes, como MapReduce e Hadoop.

Para programadores habilidosos, os chamados bancos de dados NoSQL podem dar impulso à performance e à escalabilidade, e é por isso que eles têm atraído a atenção da comunidade web.

Como o Facebook e o Twitter, o Digg também está largando o MySQL, o queridinho de primeira hora da Web 2.0, para adotar o Cassandra.

A Cisco Systems, o provedor de hospedagem Rackspace e outras empresas também usam o Cassandra. A maior instalação do Cassandra em produção cuida de 100 terabytes de dados e usa 150 servidores, de acordo com o site do projeto.

Benchmark
Na entrevista para o blog, King disse que o Twitter analisou diversas opções para atualizar seu sistema, incluindo a rearquitetura do MySQL para que pudesse rodar melhor em cluster, e as ofertas de diversos rivais do Cassandra, como HBase, Voldemort, MongoDB, MemCacheDB, Redis e HyperTable.
Com 50 milhões de tweets por dia e uma base de dados que cresce em ritmo acelerado, empresa encontrou no banco de dados livre uma alternativa rápida e escalável.

King disse que o teste demonstrou que o Cassandra era o mais escalável, confiável e fácil de gerenciar que as alternativas.

O Twitter está “atualmente migrando sua maior (e talvez a mais dolorosa de manter) tabela – a tabela de status, que contém todos os tweets e retweets” para o Cassandra, disse. “Depois dissio, nós começaremos a colocar novos projetos no Cassandra e a migrar outras tabelas.”

Para minimizar o tempo de inatividade durante a migração, o Twitter planeja implementar novos recursos, rodando-os no Cassandra combinado com o MySQL, para o caso de qualquer imprevisto. Uma vez que se constate que não há bugs, o Twitter irá fazer um backup do MySQL e exportá-lo para o Cassandra, em um processo que deverá durar uma semana, disse ele.

Somente depois de mais testes, o Twitter deixará o Cassandra em produção e desativará o MySQL.

“Nosso processo para efetuar mudanças importantes na infraestrutura pode ser resumido como ‘integre primeiro, depois promova a iteração’, disse King.

Fonte: COMPUTERWORLD/EUA – 23 de fevereiro de 2010 – 21h28

Twitter limpa spams e reduz número dos seguidores de contas

Usuários do microblog sinalizam redução do número de ‘followers’ em suas contas no serviço desde a manhã nesta sexta-feira (24/7).

Diversos usuários do microblog Twitter observaram uma queda no número de seguidores nesta sexta-feira (24/7), como resultado de uma limpeza nas contas de spam do Twitter, informou o blog Mashable.

A equipe do Mashable diz não ter notado uma mudança significativa em contas no microblog, mas acredita que o efeito seja gradual e que algumas contas sejam afetadas mais tarde.

Segundo o serviço de medição do microblog Twitterholic, citado pelo Mashable, alguns perfis bastante populares no Twitter, como o da apresentadora norte-americana Ellen DeGeneres, apresentaram uma queda não muito significativa no volume de seguidores – de 2.576.680 na quinta-feira (23/7) para 2.554.947 seguidores nesta sexta-feira (24/7).

Fonte: IDG Now

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